
Mísera dor és dor a do abandono!
Claridade imortal nas trevas d’alma
Pesa-me como a cruz a Cristo este vazio,
O vazio de sentir-me abandonada!
Pudesse eu copiar a ilusão de um feliz momento
De quando contemplo tua fronte amada e bela
Porém em meio ao deserto que hora resta,
Perdida no vazio do teu amor marcho em vão!
Dor, dor é sempre dor!
Mas dor maior ainda que a própria dor
E entregar-te meu amor
E sentir teu desprezo frio sobre o peito meu
Transformando-se o amor teu
Numa esfinge de pedra colossal!
Ó cruel dor a do abandono!
-Não basta cobrir com o véu do pecado
Teu amor ora tanto desejado?
-É, pois eu tua negra escuridão
Para em momentos ter-me em teus braços
E abandonar-me depois?
És abandono, como uma morte lenta e cruel
Afogueado maldito do desespero!
E, lembro-me com triste amargor,
Quando com inocente nobreza eu disse:
-serás meu para sempre meu bem amado
E eu serei para toda eternidade tua luz!
E naquele momento tão doce e terno
Em que te dei com sofreguidão meus sentimentos
O desprezastes, qual motivo não sei
E desde então o universo infinito passa
Passa como uma longa espada
A sangrar meu coração! (by: Nilma Franzoi)
Claridade imortal nas trevas d’alma
Pesa-me como a cruz a Cristo este vazio,
O vazio de sentir-me abandonada!
Pudesse eu copiar a ilusão de um feliz momento
De quando contemplo tua fronte amada e bela
Porém em meio ao deserto que hora resta,
Perdida no vazio do teu amor marcho em vão!
Dor, dor é sempre dor!
Mas dor maior ainda que a própria dor
E entregar-te meu amor
E sentir teu desprezo frio sobre o peito meu
Transformando-se o amor teu
Numa esfinge de pedra colossal!
Ó cruel dor a do abandono!
-Não basta cobrir com o véu do pecado
Teu amor ora tanto desejado?
-É, pois eu tua negra escuridão
Para em momentos ter-me em teus braços
E abandonar-me depois?
És abandono, como uma morte lenta e cruel
Afogueado maldito do desespero!
E, lembro-me com triste amargor,
Quando com inocente nobreza eu disse:
-serás meu para sempre meu bem amado
E eu serei para toda eternidade tua luz!
E naquele momento tão doce e terno
Em que te dei com sofreguidão meus sentimentos
O desprezastes, qual motivo não sei
E desde então o universo infinito passa
Passa como uma longa espada
A sangrar meu coração! (by: Nilma Franzoi)
Um comentário:
Nilma,fiquei encantado com tudo que li e vi em seu Blog e mais que nunca sei que temos muito em comum minha amiga! Parabéns pelo trabalho lindo que faz aqui! Espero tua visita em meu fotoblog ! Beijos em teu lindo coração linda fada!
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