domingo, 10 de janeiro de 2010

DESIGUALDADE




Na dura vida
Não só de amargura
Que o progresso empurra
No chão de fábrica
No trabalho sujo
O homem pobre que não tem estudo.

A justiça pesa
Nos ombros fracos
Dos que tem fome
Dos que tem tudo
Mas tudo pela metade
Na vida dura
Não só de amargura
Que o dinheiro empurra
Na malha da rua
Descalça e suja
a criança nua. (by: Nilma Franzoi)

Um comentário:

Maria Célia Coelho Pacheco disse...

Este poema me lembra mtas cenas do nosso cotidiano. Parabéns Nilma admiro seus olhos sempre atentos!!!Ir.Carla