
Quisera eu poder pisar o mesmo chão que pisas
Quisera eu dormir embalada no mesmo teto que te abriga
Não roubaria mais teus sonhos para levar aos meus
Não mais as lágrimas de solidão a face me banharia.
Pudesse eu ter-te nos braços para repousar o meu cansaço
Pudesse eu banir teus medos que fazem tremer teu calmo semblante
Assim não negaria ser refém de teus encantos e desejos
Assim não sufocaria a saudades que sinto neste instante.
Quisera eu estar sob a mesma luz que te envolve em noite de luar
Quisera eu que no dia seguinte fosse teu beijo a me acordar
Não me esconderia mais na escuridão proibida das leis humanas
Não mais esta dor dilacerante sentiria em minhas entranhas
Pudesse eu nunca negar esse frágil amor que me comove
Pudesse eu mudar o destino que conspira a favor desta loucura
Assim deslizaria dentro de tuas vontades sem temer os algozes
Assim gritaria aos quatro ventos que presa estou na tua bravura.. ..(by: Nilma Franzoi)
Quisera eu dormir embalada no mesmo teto que te abriga
Não roubaria mais teus sonhos para levar aos meus
Não mais as lágrimas de solidão a face me banharia.
Pudesse eu ter-te nos braços para repousar o meu cansaço
Pudesse eu banir teus medos que fazem tremer teu calmo semblante
Assim não negaria ser refém de teus encantos e desejos
Assim não sufocaria a saudades que sinto neste instante.
Quisera eu estar sob a mesma luz que te envolve em noite de luar
Quisera eu que no dia seguinte fosse teu beijo a me acordar
Não me esconderia mais na escuridão proibida das leis humanas
Não mais esta dor dilacerante sentiria em minhas entranhas
Pudesse eu nunca negar esse frágil amor que me comove
Pudesse eu mudar o destino que conspira a favor desta loucura
Assim deslizaria dentro de tuas vontades sem temer os algozes
Assim gritaria aos quatro ventos que presa estou na tua bravura.. ..(by: Nilma Franzoi)
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