
O cipreste inclina-se ao ruir do vento,
Num leve gesto de comprimento
E, as flores estremecem singelas
Como que orando numa capela
Eu inclino-me diante de ti
Num gesto simples, pois, me arrependi.
Para pedir-te perdão
Com toda a força inocente do meu coração
Enraiveci-me com teu ar ameaçador
Me magoastes
Quis levantar-me e fugir nesta hora
Porém fui tolhida como se
Possantes braços me detivessem
Fiquei cega e iludida
Com tantos erros cometidos em minha vida
Quis acabar com tudo num grito inútil
E como um fino gelo cortante
Afligindo-te a todo instante
Para dizer-te adeus sem me despedir
No entanto agora, na calma desta hora
Acaricio num desejo surdo
O teu nome escrito na parede de meu quarto
E vencida lúcida e convencida
Peço-te aos prantos
Perdoe-me meu querido encanto
Tudo isto não passou de um grande engano
Por crer no mundo dos profanos. (by: Nilma Franzoi)
Num leve gesto de comprimento
E, as flores estremecem singelas
Como que orando numa capela
Eu inclino-me diante de ti
Num gesto simples, pois, me arrependi.
Para pedir-te perdão
Com toda a força inocente do meu coração
Enraiveci-me com teu ar ameaçador
Me magoastes
Quis levantar-me e fugir nesta hora
Porém fui tolhida como se
Possantes braços me detivessem
Fiquei cega e iludida
Com tantos erros cometidos em minha vida
Quis acabar com tudo num grito inútil
E como um fino gelo cortante
Afligindo-te a todo instante
Para dizer-te adeus sem me despedir
No entanto agora, na calma desta hora
Acaricio num desejo surdo
O teu nome escrito na parede de meu quarto
E vencida lúcida e convencida
Peço-te aos prantos
Perdoe-me meu querido encanto
Tudo isto não passou de um grande engano
Por crer no mundo dos profanos. (by: Nilma Franzoi)
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